Evolução estelar
Evolução estelar
As estrelas, incluindo o Sol, têm ciclos de vida que podem durar bilhões de anos. Elas nascem em nebulosas, gigantescas nuvens de gás e poeira espalhadas pelo espaço. A gravidade faz com que a matéria dessas nuvens se comprima, dando origem a uma protoestrela, que depois se transforma em uma estrela estável.
Durante a maior parte de sua vida, a estrela mantém um equilíbrio entre a gravidade e as reações nucleares em seu núcleo, que transformam hidrogênio em hélio e liberam energia. Quando o combustível nuclear se esgota, a estrela passa por mudanças: estrelas menores, como o Sol, expandem-se para se tornar gigantes vermelhas e, ao final, se transformam em anãs brancas. Já as estrelas muito massivas podem explodir em uma supernova, liberando enorme quantidade de energia e formando remanescentes como estrelas de nêutrons ou buracos negros.
Esse processo é essencial para o universo, pois é por meio da morte das estrelas que elementos químicos pesados (como carbono, ferro e oxigênio) são espalhados pelo espaço, permitindo a formação de planetas e, eventualmente, da própria vida.
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